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Comitiva da Embratur visita área em processo de restauração ecológica em Fernando de Noronha

  • Foto do escritor: ICMBio Noronha
    ICMBio Noronha
  • há 11 minutos
  • 2 min de leitura

Presidente da agência, Marcelo Freixo, destacou a importância da sustentabilidade no turismo


Fotos: Giselle Vasconcelos

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Na tarde desta quinta-feira (28), uma comitiva da Embratur, a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, visitou a área em processo de restauração ecológica na Praia da Conceição, em Fernando de Noronha. O espaço é gerido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Entre os visitantes esteve o presidente da agência, Marcelo Freixo.


Durante a visita, Freixo ressaltou o alinhamento natural entre o turismo sustentável e as Unidades de Conservação, como a Área de Proteção Ambiental (APA) e o Parque Nacional Marinho (PARNAMAR) de Fernando de Noronha.


“Noronha é um dos grandes destinos do Brasil, um dos lugares mais bonitos do mundo, mas temos que ter um turismo de responsabilidade. E isso só pode ser feito com uma política de sustentabilidade”, afirmou.


Desde 2022, uma área de 1 hectare da Praia da Conceição passa por restauração ecológica conduzida pela Área Temática de Pesquisa e Manejo do ICMBio-Noronha, em parceria com a 21K Noronha e a Aguama Ambiental. O trabalho começou com a retirada da leucena (Leucaena leucocephala), espécie exótica invasora considerada uma das principais ameaças à biodiversidade do arquipélago.


Segundo Mário Douglas, Coordenador de Ordenamento Territorial do NGI ICMBio Noronha, a recuperação da área exige etapas que vão além do manejo e do plantio.


“O trabalho envolve a coleta de sementes, o desenvolvimento de métodos para quebrar a dormência, a produção de mudas e a estruturação de um viveiro. Tudo isso ocorre em paralelo ao manejo contínuo de combate à leucena e outras invasoras, para que as espécies nativas consigam se estabelecer”, explicou.


A comitiva participou do plantio de mudas de mulungu (Erythrina velutina), burra-leiteira (Sapium argutum) e pinhão branco (Jatropha mollissima). A expectativa é que, com a continuidade do projeto e apoio das entidades parceiras, a área restaurada seja ampliada para 2 hectares nos próximos meses.


Marcelo Freixo destacou que iniciativas como essa fortalecem a imagem do país no turismo internacional. “A ilha é um ponto turístico, mas é um ponto turístico onde cada visitante precisa contribuir para o Brasil que queremos: um Brasil sustentável. O turismo é um instrumento para conservar as Unidades de Conservação e proteger o meio ambiente”, concluiu.






Por Giselle Vasconcelos - comunicação ICMBio Noronha

e Isadora Aires - voluntária comunicação ICMBio Noronha





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