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  • Foto do escritorICMBio Noronha

Boia oceanográfica instalada na Baía dos Golfinhos disponibiliza dados em tempo real na internet

O equipamento foi instalado pelo Programa Ecológico de Longa Duração nas Ilhas Oceânicas - PELD ILOC 



O mar do Arquipélago de Fernando de Noronha é constantemente monitorado. Na Baia dos Golfinhos, que fica dentro da Área de Proteção Integral, uma boia verifica parâmetros oceanográficos, como altura de onda, velocidade do vento e temperatura da superfície e do fundo do mar, o que auxilia no acompanhamento do branqueamento dos corais. 


“A boia mede também a direção dos ventos e das ondas. A principal finalidade é coletar os dados em tempo real, medidos diretamente na água ao invés de medir através do sensoriamento remoto”, disse César Cordeiro, pesquisador do Programa de Pesquisa Ecológicas de Longa Duração – PELD ILOC. 


O equipamento foi doado pela organização internacional Aqualink. No total foram três boias oceanográficas instaladas pelo PELD ILOC, em águas brasileiras. Sendo uma em Fernando de Noronha (PE), uma em Arraial do Cabo (RJ) e Trindade (ES). 


Os dados ficam disponíveis no site da Aqualink e podem ser usados por cientistas, pesquisadores e profissionais que atuam no mar, como surfistas e marinheiros. 


“Essas informações de temperatura e outros parâmetros ficam disponíveis abertamente para download e consultas, ou seja, qualquer pessoa pode ter acesso e não precisa de autorização para uso”, afirma o pesquisador. 


A boia tem autorização da Marinha do Brasil e a pesquisa do Programa Ecológico de Longa Duração nas Ilhas Oceânicas – PELD ILOC – conta com o apoio do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade – ICMBio/FN. Para o coordenador de Pesquisa, Monitoramento e Manejo do ICMBio/FN, Ricardo Araújo, o equipamento contribui com a preservação dos ambientes marinhos. 


“A boia do PELD ILOC oferece à Noronha a possibilidade de ter os dados oceanográficos coletados aqui na ilha o que nos dá uma precisão muito melhor dos dados. Bom pra Gestão insular, para os pesquisadores e também pra vários outros usos da própria Comunidade.”




Por Giselle Vasconcelos - comunicação ICMBio Noronha

e Bruna Machado - voluntária comunicação ICMBio Noronha






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